quinta-feira, 13 de maio de 2010

Radar

Só dá eu, o Kandinsky e o Décio Pignatari !




Em meio a dragões, leões, índias, estrelas, borboletas e palavrões o mundo da tatoo avança. Certamente entojada de tantas figurações e fórmulas prontas - que, para gente como eu e Kandinsky não iriam durar 1 mês até que resolvéssemos pintar por cima com uma Bic ou arrancar brutalmente a faca, a artista Amanda Wachob surge com o seu abstracionismo e estilo arrojado.





A sua estética que lembra muito também o sumiê, aquela técnica de pintura milenar chinesa que inclusive pela sua tradição, é a responsável por hoje sabermos identificar um traço tão autenticamente oriental, é de fato bem inquientante se pensarmos na sua representaão inacabada.





Mas pirei mesmo ao descobrir que ela seria a pessoa a fazer a minha tatoo concreta. Depois que tomei um : " isso é impossível de ser feito" o que ficou mesmo de concreto foi que ela nunca foi parar em outro lugar além das mãos do próprio Décio Pignatari.




Da obra só encontrei nessa madrugada já sonolenta, as suas palavras:

Forma
Reforma

Disforma
Transforma
Conforma
Informa
Forma

A forma de fato fica para depois.



da redação, Diane Lima.

Um comentário:

nando disse...

mas isso é tatuagem mesmo ou só pintura?